Os vampiros da Baía secreta

29
Set 09

 

Alegre!...
 
Alimentavas a utopia,
Em ti, nascia a chama florescente!...
De um poder entorpecido, decadente…
No seio de um jardim de urtigas.
 
Eras a ancora num porto sem abrigo…
A imagem onírica de laços,
Que nem a distância quebra,
Num lamaçal de ideologias politicas
 
A ansiedade da vida que alegravas,
Criando barreiras ao holocausto das mentiras,
Dos exageros cometidos contra os intelectuais,
E aos atropelos de cada momento.
 
Os espíritos malignos…
Tombarão sob o enfermo do demónio…
Onde a fogueira os vão consumindo
E desaparecerão em cinzas no horizonte…
 
Fracassas-te… nada na vida é simples!...
Onde uns se perdem, outros se forjam…
Nesta encruzilhada que a vida nos propõe,
Em que á coisas necessariamente inevitáveis.
 
Manuel
O tempo será o único juiz sereno.·
És mais uma folha jogada no vento,
Á mercê das suas correntes…
 
 
Cristóvão Marquez
 
30-09-2009
publicado por crimenobairro às 22:07

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