Os vampiros da Baía secreta

18
Jul 08

 

 

Pobre! coitado!... 

 

 

Sinto, a explosão da loucura,

Do dito guerreiro, com a bravura,

D´um Rei mal treinado,

Que, por erro de estratégia,

Acaba de ser atraiçoado,

Por aqueles!...

Que pretende ser amado.

Tanto enredo, tanta ternura,

Para mendigar,

Ao chocolate da capital.

Os pacóvios, parizitantes,

Sagezam o Zé povo,

Com a viagem da fé,

Que, qualquer ser Católico almeja.

O Mouro de Aleita, já é Fátima 

E a politica, é doutrina ou igreja

Como em tempos,

Salazar e a alcateia,

Ou Hitler, e a sua plateia.

Guerreiro, guerreiro,

Em tempos passados,

Essa querida terra, a defendeu,

Dando-lhe; orgulho, valor,

E nome!...       

Basto, basto, aqui, Basto eu!...

Mouro de Aleita,

O Alcoviteiro,

Em pouco tempo, a vendeu,

Aos Muçulmanos, do além

Trazendo o terror,

Aos que, não são seguidores,  

Daquele que proclama,

Aqui, quem manda, sou eu.

E o povo, murmura!...,

Pobre!... e coitado!...

 

Cristóvão Marquez

22-07-2007

 

publicado por crimenobairro às 18:45

Voo das mariposas

 

Percorrem-se caminhos sinuosos,

Atrás do sucesso, avistando o abismo,

As certezas que nos levam ao estrelato,

Constroem-se, a partir das incertezas.

 

Uma dúzia e meia de anos, no passado,

Tenho a ousadia, de manter vivo o pensamento

Alimentando a alma, com o sonho...

De conhecer as emoções da criação.

 

A distancia percorrida, entre o presente e o passado,

Leva-me ao ensinamento, que o não, não é cruel!...

É apenas, a determinação do objectivo,

Para que seja um composto, como o mel

 

O sim,

É a palavra traiçoeira da contradição.

É o, roubar-me a alma…

E entregar-me á maldição!...

 

Já visitei, a solidão e o insucesso

Muitas vezes, por palrar o sim,

Quando pressentia o não

Tinha-o de o dizer, mas tarde já era!...

 

À noite entro na estrada infinita,

Acompanhado por o silencio,

Percorro mundos, e mundo…

Como um sonâmbulo iluminado por o luar.

 

Mas, não á maior riqueza

Do que a magia, do diálogo que enceto.

 

 

 

Cristóvão Marquez

09-07-2008

 

 

publicado por crimenobairro às 18:39

Lenda Viva

 

 

É a essência do meu fascínio,

Conhecer as suas formas líricas, tranquilizantes…

E o impacto profundo das grutas faladoras.

Sonho conquistar o infinito, da Baia secreta,

Das ilhas perdidas, no oceano.   

As histórias, fábulas da sua existência,

Fascinantes e obscuras na densidade.

O sentir, o intenso e sublime cheiro,

Da terra faminta de água,

Há espera das tempestades tropicais.

As lendas vivas, através dos murmúrios,

O Intenso contraste do pensamento,

Do povo que a habita, e de quem as visita.

Gémeas de formação,

Adormecem assistindo ao cenário galáctico,

Em que as estrelas iluminam a cidade.

Que o nome, simboliza o nascimento…

Perco-me no espaço,

A sonhar, com esta musa verde,

Que me leva à loucura do prazer,

O prazer, do jardim do conhecimento.

 

 

Cristóvão Marquez

07-07-2008

 

 

 

publicado por crimenobairro às 18:30

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