Os vampiros da Baía secreta

29
Dez 14
 
A Hicon investe na arte e na cultura,

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impulsionando a formação, em parceria com a EPAB – Escola de Patinagem Artística de Basto.
publicado por crimenobairro às 12:37

27
Jul 11

A arte nasceu um dia,

Descalça e sem ninguém.

Arte foi a natureza,

Do mundo de alguém.

 

Criança do elenco da arte,

Entusiasta enlouqueceu,

Quando imagina numa noite,

Um monstro como eu.

 

Trágico homem da terra,

Por oceanos nunca desbravados,

Foi vivendo maus tempos,

Que em versos os narrara.

 

A melodia da dor, ou da alegria,

Os traços de um cinzel, ou pincel,

Num painel, num palco, ou numa tela.

É a representação natural de um papel.

 

Papel em cinzas se transforma,

Como o castiçal que os elaborou.

 Artista que imortal nunca se mostrou,

Além das obras em que viajou.

 

Pasmados os homens ficaram,

Quando a verdadeira arte, os sobressaltou,

 A natureza da vida,

Que o único artista, elaborou!

 

Cristóvão Marquez

 

11-05-1990

publicado por crimenobairro às 23:42

16
Mar 10

excelentes gostos

publicado por crimenobairro às 00:17

30
Nov 09

Os desvarios intelectuais

 

 

Sociedade Parca e preconceituosa,

Os antigos bufos do regime

Traidores infiltrados na multidão

Que alimentaram as fogueiras na inquisição

 

 

 

 

 

Cristovão Marquez

30-11-2009

publicado por crimenobairro às 22:51

31
Out 09

 

Um dia, lá longe!...
 
Lá longe, muito longe,
Em trinta anos passados,
Na década de setenta,
Nasceu a amiga, filha dos barros.
 
O Fascínio de conhecer,
A amiga, que desconheço,
Reservada, será assim que a mereço?
Como os atropelos, do anoitecer.
 
Deslumbrante de beleza,
Como S. Catarina, terra de sua realeza,  
Fica, para lá dos oceanos,
A Sul dos paulatinos.
 
Um dia, anseio merecer
O mesmo sentimento de amizade,
Com profunda igualdade,
Da filha, da terra que a viu perder.
 
Senti, o quanto amas,
A terra que te viu nascer,
Os teus olhos derreteram-se, em chamas,
Quanto tua filha, queres dar a ver.
 
Um dia espero conhecer,
Aqueles, que nessa terra bela,
Te dão amor, e prazer,
Será para mim, a conclusão de uma novela!...
 
O enredo iniciou!...
Ao conhecer teu irmão, meu amigo
E tua mãe, que te deu o umbigo!..
Simpática, ai, meu deus como brilhou!...
 
O enredo desencadeou,
Na alegria cativante do teu rebento,
O corpo tomou!..
Com as tertúlias do sentimento!...
 
O desenlace!..
É a incógnita de sempre,
Presente, e impotente,
Como os actores de um romance.
  
Cristovão Marquez 
 
26-06-2007
publicado por crimenobairro às 00:53

29
Set 09

 

Alegre!...
 
Alimentavas a utopia,
Em ti, nascia a chama florescente!...
De um poder entorpecido, decadente…
No seio de um jardim de urtigas.
 
Eras a ancora num porto sem abrigo…
A imagem onírica de laços,
Que nem a distância quebra,
Num lamaçal de ideologias politicas
 
A ansiedade da vida que alegravas,
Criando barreiras ao holocausto das mentiras,
Dos exageros cometidos contra os intelectuais,
E aos atropelos de cada momento.
 
Os espíritos malignos…
Tombarão sob o enfermo do demónio…
Onde a fogueira os vão consumindo
E desaparecerão em cinzas no horizonte…
 
Fracassas-te… nada na vida é simples!...
Onde uns se perdem, outros se forjam…
Nesta encruzilhada que a vida nos propõe,
Em que á coisas necessariamente inevitáveis.
 
Manuel
O tempo será o único juiz sereno.·
És mais uma folha jogada no vento,
Á mercê das suas correntes…
 
 
Cristóvão Marquez
 
30-09-2009
publicado por crimenobairro às 22:07

27
Ago 09

 

Os chulos do manicómio!...
 
O Povo do Bairro está louco
Reina a balbúrdia e a insubordinação
São as maleitas do mouco
Que levaram os Zés á castração 
 
A terra do nosso ilustre Camões
Está árida de costumes e valores
Alimenta vícios a paparica dores          
E ao povo que maleita nas ilustrações
 
Os Bazófias das tretas
Percorrem o Pais a promoverem o leite nas tetas
Secam a vaca, estoiram a prata
Com os impostos da lata
 
A pureza dos orácios
É imaculada e sem vícios
Protegem o Chico esperto com leis
Para estes amealhar uns mil reis
 
Vaie-se!.. a lata... a prata... e a vaca.
Os empreendedores têm-se varrido
As empresas sumido
A mugi doura virou, a fome ataca
 
Já nem o Patriarca milita na salvação
Está perdido com a extradição
Dos valores intelectuais e morais
Que os antepassados defenderam para as classes sociais
 
Cristóvão Marquez
26-08-2009
publicado por crimenobairro às 22:22

04
Jul 09

 

O Zé Povo
 
 
-Ò Ti Felismim, a festa do Padroeiro?...
- Ó afilhado Miquito, foi uma procaria.
- Porqu’é ti Felismim?...
- Ó gaiato nã chegou p’ra os tarecos do meu bichano,
Poco povo, poco arraial, pocos cantadores, mu’to poca festa.
-Por’um acaso!... mas a q’se deveu!...
-Ófraganote os firantes falarucavam, que o Persistente
Stourou o ninheiro d’les prá pulitica…
-Nã diga Tí Felismim!... Mas olhe q’ele s’ta bemposto,
Nos retratos graúdos.
-Pos s’tá Miquito, os oiros e os anhos do povo d’á p’ra tudo,
S’tá farto comum bichano.
- Ó’lá uma c’ousa, ó Tio!...
Q’eque s’tória é essa do anho,
Na me digas qué a do vizinho, que levou á pensão!...
-Ó miúdo c’umo gosto d’ti, saies a teu Tio… espegadote!...
O bicho vai prá pensão, ospois os caos graúdos vão lá cumelo…
Assi o povo nã fala.
-É tudo uma faforrice…
O povo q’ce dane…
 
 
 
Cristóvão Marquez
29-09-2005
publicado por crimenobairro às 13:22

18
Jul 08

 

 

Pobre! coitado!... 

 

 

Sinto, a explosão da loucura,

Do dito guerreiro, com a bravura,

D´um Rei mal treinado,

Que, por erro de estratégia,

Acaba de ser atraiçoado,

Por aqueles!...

Que pretende ser amado.

Tanto enredo, tanta ternura,

Para mendigar,

Ao chocolate da capital.

Os pacóvios, parizitantes,

Sagezam o Zé povo,

Com a viagem da fé,

Que, qualquer ser Católico almeja.

O Mouro de Aleita, já é Fátima 

E a politica, é doutrina ou igreja

Como em tempos,

Salazar e a alcateia,

Ou Hitler, e a sua plateia.

Guerreiro, guerreiro,

Em tempos passados,

Essa querida terra, a defendeu,

Dando-lhe; orgulho, valor,

E nome!...       

Basto, basto, aqui, Basto eu!...

Mouro de Aleita,

O Alcoviteiro,

Em pouco tempo, a vendeu,

Aos Muçulmanos, do além

Trazendo o terror,

Aos que, não são seguidores,  

Daquele que proclama,

Aqui, quem manda, sou eu.

E o povo, murmura!...,

Pobre!... e coitado!...

 

Cristóvão Marquez

22-07-2007

 

publicado por crimenobairro às 18:45

Voo das mariposas

 

Percorrem-se caminhos sinuosos,

Atrás do sucesso, avistando o abismo,

As certezas que nos levam ao estrelato,

Constroem-se, a partir das incertezas.

 

Uma dúzia e meia de anos, no passado,

Tenho a ousadia, de manter vivo o pensamento

Alimentando a alma, com o sonho...

De conhecer as emoções da criação.

 

A distancia percorrida, entre o presente e o passado,

Leva-me ao ensinamento, que o não, não é cruel!...

É apenas, a determinação do objectivo,

Para que seja um composto, como o mel

 

O sim,

É a palavra traiçoeira da contradição.

É o, roubar-me a alma…

E entregar-me á maldição!...

 

Já visitei, a solidão e o insucesso

Muitas vezes, por palrar o sim,

Quando pressentia o não

Tinha-o de o dizer, mas tarde já era!...

 

À noite entro na estrada infinita,

Acompanhado por o silencio,

Percorro mundos, e mundo…

Como um sonâmbulo iluminado por o luar.

 

Mas, não á maior riqueza

Do que a magia, do diálogo que enceto.

 

 

 

Cristóvão Marquez

09-07-2008

 

 

publicado por crimenobairro às 18:39

Lenda Viva

 

 

É a essência do meu fascínio,

Conhecer as suas formas líricas, tranquilizantes…

E o impacto profundo das grutas faladoras.

Sonho conquistar o infinito, da Baia secreta,

Das ilhas perdidas, no oceano.   

As histórias, fábulas da sua existência,

Fascinantes e obscuras na densidade.

O sentir, o intenso e sublime cheiro,

Da terra faminta de água,

Há espera das tempestades tropicais.

As lendas vivas, através dos murmúrios,

O Intenso contraste do pensamento,

Do povo que a habita, e de quem as visita.

Gémeas de formação,

Adormecem assistindo ao cenário galáctico,

Em que as estrelas iluminam a cidade.

Que o nome, simboliza o nascimento…

Perco-me no espaço,

A sonhar, com esta musa verde,

Que me leva à loucura do prazer,

O prazer, do jardim do conhecimento.

 

 

Cristóvão Marquez

07-07-2008

 

 

 

publicado por crimenobairro às 18:30

05
Jul 08

                   Ser teu amigo, é!...                                 

 

                                         Compreender o mundo,

                                         Um mundo que é só teu.

                                         È ser-te fiel, aos sentimentos,

                                          E nunca, te sentires traída,

                                         Nos, teus pensamentos,

                                         È teres alguém,

                                         Com quem compartilhar,

                                         E poderes desabafar,

                                         Tudo o que te vai na alma.

                                         È ouvires uma voz amiga,

                                         Para não te perderes, na solidão,

                                         Encontrando alguém,

                                         Que pode dar-te, a compreensão.

                                         È sentires a leveza de outros tempos,

                                         Em que na vida, não tinhas pensamentos,

                                         Apenas sonhos, e acontecimentos.

                                         È ajudar-te a encontrar um caminho,

                                         Numa encruzilhada.

                                         É encontrares o que nunca perdes-te,

                                         Vezes sem conta procuras-te, e estava lá

                                         Tu é, que não identificaste.

                                         È ajudar, a tornar-te o desejo possível.   

                                         Entrando em ti,

                                         E fazendo parte do teu ser·                                

                                          È ser-te verdadeiro,

                                         Amigo e companheiro.

 

                                         Cristóvão Marquez

                                         30-06-2007                     

                                                                     

publicado por crimenobairro às 17:36

                    Tu és!...

           

                                   Tu és, flor Bela

                                   Flor, dos meus pensamentos

                                   Não me ligas, e eu protesto.

                                   Contra o teu descaramento.

 

                                   Tu és, nome amado

                                   Eu, nome jogado

                                   Juntando os dois num só nome

                                   Fica tudo Baralhado.

 

                                   Assim terminam

                                   Os dias mais felizes, da minha vida

                                   Dou-te, uma flor vermelha

                                   E beijo-te, na despedida

 

                                   Cristóvão Marquez    

                                    20-04-1981

 

publicado por crimenobairro às 17:35

Razão

Na angústia do ser, existe a confissão.

Na perplexidade está a emoção.

Ser estranho, faz parte da minha composição.

Angustiante, é não saber perder a razão.

 

Sou um ser, parte do mundo,

Onde sempre existe a contradição.

Saber corrigir, é saber que errei.

E pedir perdão, onde falhei.

 

 Foste musa da minha inspiração

Não nego, esta admiração.

A noite guardou essa recordação.

O dia trouxe a humilhação.

 

Amizade é sentimento.,.

de valor real, sem sofrimento.

È ego da minha existência,

Guardar a amizade do conhecimento,

 

Inocentemente, fui perspicaz,

Ao deixar-me na leviandade

Da emoção audaz.

Perder a razão, por o coração.

 

Cristóvão Marquez    

                       11-06-2007

publicado por crimenobairro às 17:15

                    Momentos da Vida

 

                                   È, inútil negá-lo,

                                   O poder da beleza.

                                   É, aperfeiçoá-lo,

                                   Até á gentileza

 

                                   Cria, curiosidade!...

                                   Desperta emoção.                             

                                   Cria, descriminação,

                                   Desperta ansiedade.

                                  

                                   Mas sabemos, que é,

                                   Momento biológico da vida,

                                   Vida, vida, que é!...

                                   Curta, e destemida.

 

                                    Saber ser, quem é!...

                                   È algo, de relaxante

                                   É saber ser, o que é!...

                                   Inteligente, e cativante.

                       

                                   Por momentos na vida

                                   Á, quem se esqueça!...

                                   E ande perdida,

                                   Por não ter, quem a mereça.

 

                                   Beleza, é ingrediente,

                                   Mas não suficiente!...

                                   È, necessário ser inteligente

                                   E ser surpreendente.

 

                                   Saber ler!...comportamentos,

                                   É, não sair derrotado,

                                   Nos sentimentos!...

                                   Do, prazer amaldiçoado.

 

                                   A beleza, um dia lá vai

                                   O sentimento também vai!...

                                   A não ser, enredo por inteligência

                                   Com carinho e permanência.

 

                                   Cristóvão Marquez    

                                   29-06-2007

 

publicado por crimenobairro às 17:14

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